Marionetes do tédio
Do ‘márquetim’ estéril
De nossas próprias deformidades
Erguem velhos impérios
Igrejas, templos e monastérios
Coretos de perversidades
Degolam o rei
Enforcam o padre
Superlotam cemitérios
Criam nova Coroa
Novas leis
Novas regras de civilidades
Entoam novos hinos
A novas bandeiras, prestam homenagem
E recitam velhos impropérios
E celebram seus egos enaltecidos
E se congratulam mutuamente
Até se desfazerem
Convencidos do fim do conformismo
Convencidos da missão cumprida
Tementes pois sabem
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Que toda a raiva do universo espera
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